Expandindo a percepção humana na compreensão da floresta: experimentos com robótica e redes de sensores

Palestrante: Roberto TavaresFilho

Roberto Fernandes Tavares Filho possui graduação em Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, mestrado em Ciências e Técnicas Nucleares pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas. Pós-doutorado na área de análise de sinais elétricos oriundos de atividade natural, no Instituto Nacional de Pesquisas as Amazônia (INPA).

Na PUC, foi responsável pelo projeto do primeiro computador analógico brasileiro, o AKÃ 2000. Na Nuclebrás e no CTI desenvolveu sistemas de monitoração ambiental microcontrolados, tanto dispositivos robóticos como sistemas eletrônicos autônomos. Atuou, até maio de 2013, como coordenador técnico por parte do CTI nos projetos Iracema (barco robótico autônomo) e Dragão do Mar (submarino robótico para 3000 metros de profundidade), ambos financiados pela FINEP.

De acordo com o palestrante, o uso de redes de sensores e sistemas robóticos autônomos e semiautônomos pode contribuir decisivamente para a coleta de informações sobre a situação da floresta. “A própria floresta nos dá um indicação da sua saúde, mas precisamos ser capazes de capturar e interpretar estes sinais”, diz Tavares.

Na palestra, serão apresentadas diversas pesquisas sobre sistemas mecatrônicos e eletrônicos aplicados à monitoração ambiental e desenvolvimento de sistemas robóticos autônomos. “Focalizamos aquelas pesquisas que resultaram em protótipos prontos para a o uso em situações reais de campo”, explica o pesquisador.