Na ciência, as borboletas são usadas em pesquisas nas áreas de ecologia e evolução, incluindo estudos sobre dispersão, migração, polinização, predação, parasitismo, competição, camuflagem, seleção natural e adaptação.

Lagarta de Heliconius numata • Foto Vanessa Gama / Musa

As lagartas de algumas espécies podem tornar-se pragas nas plantações. Entretanto, assim como as lagartas comem as plantas, outros predadores se alimentam das lagartas. Elas podem defender-se mordendo os inimigos, contorcendo-se ou se escondendo na face inferior das folhas. Elas também podem minimizar os danos causados às folhas ao adotar a postura mais natural possível, dificultando sua localização pelos inimigos.

As borboletas que visitam flores podem carregar grãos de pólen, ajudando na reprodução das plantas.

Certas espécies de borboletas são consideradas bioindicadoras e podem refletir o que está acontecendo no ambiente. Observar que espécies existem no ambiente e sua abundância pode indicar até que ponto determinada área está sendo alterada naturalmente ou pela ação humana.